A caminhada
A angustia a dor, mas perversa, mas dolorosa, mas suportável insuportável que sinto a dor, mas triste.
Voltando da academia torno a pensar em todas aquelas pessoas vazias que não se amam, mas acredito que como nós tentamos dizer para a própria dor que podemos vencer e sermos mais fortes que a dor, volta com o coração vazio apenas o torpor a me acompanhar e digo pra mim mesma eu posso eu vou conseguir eu chego La sou forte o bastante pra isso e digo pra dor você não pode me vencer sou mais forte que você, vou continuar comendo andando caminhando fazendo academia estudando confiando no meu Deus, está vendo dor como sou mais forte que você?Eu vou ti vencer não adianta esta batalha não é minha, e assim prossigo a guerrear contra a dor e quando encontrar alguém sempre põe os meus melhores sorrisos uma das minhas melhores caras com a maior gentileza possível para, continuar seguindo a imagem de quem sempre quis ser e hoje continuo a ser o que gostaria de ser, uma menina tranquila calma feliz sorridente alegre estudiosa inteligente que tem tudo para dar certo e assim continuo na minha caminhada.
Hoje espero reencontrar-me,achar o que deixei pra trás encontrar o que ainda está invisível aos meus olhos e seguir minha trajetória pura,calma,tranquila e contente. Hoje espero apenas não precipitar-me em minhas ausências carências e ansiedades.Desejo por aqui não apenas reclamações e tormentos,quero expor aqui minha alma suas partes sombrias e claras.E por favor entre aqui apenas se tiver sensibilidade de sentir e viver,não entre aqui se quiser ver apenas pensamentos utópicos e sonhadores.
quarta-feira, 19 de maio de 2010
terça-feira, 13 de abril de 2010
Alma livre
Define-se como a liberdade completa ou incompleta
Demais, a alma livre sempre no seu vício de mais e mais liberdade e luta por ela com unhas e dentes, sempre vivendo da forma, mas impensada possível procurando sempre algo a mais e si mesmo ou nos outros, procurando seu encaixe perfeito, mas esta alma não procura em um ser pensante só, ela é tão livre que pode se juntar com vários ao mesmo tempo é isso que a faz feliz, não deixe essa alma sentir-se presa jamais uma vez que ela sinta-se sufocada ela a some foge de uma forma que só ela vá se encontrar, porém ela é tão intrigante que sempre volta no final, ela gosta de sentir-se assim nessa liberdade aprisionada formulada por ela mesma. Então numa dessas idas e vindas ela encontra o coração que tanto ama tanto se emociona, mas este coração estava machucado não estava apto a aceitar um novo amor, o coração tinha medo, medo de amar e ser abandonado de novo, mas alma ajudou o coração mostrando sua liberdade seduzia o coração, pois este coração só precisava que abrissem as portas da liberdade e alma tinha em suas mãos, isso foi encantando o coração na alma, mas como alma é muito livre foi se cansando sentindo-se sufocada, e foi se afastando do coração, só o que a alma não sabia é que o coração já estava completamente rendido aos encantos. Dito isto a alma foi andar por aí a se encontrar de novo a desprender-se, mas uma vez, ainda há momentos em que a alma se junta ao coração de novo e os dois formam um só, mas isso é só quando a liberdade da alma quer prender-se de novo.
Borboletas azuis (13/04/10)
Era uma vez a borboleta azul que se chamava Cléo e Suzi, as duas tinham um sonho, Cléo queria encontrar um lugar onde pudesse viver tranquilamente, Suzi queria encontrar o amor.
Numa certa tarde as duas resolveram ir atrás de seus sonhos e procuraram e procuraram ate que certo dia encontrar o que queriam realizaram o seu sonho, porém mesmo assim ambas não se sentiam completas.
Reflexão: Será que as duas não estavam tão intrigadas em ir a busca desse tal sonho que não refletiram se queriam definir sua existência neste único sonho?Fica uma marcação ai, será que estamos pondo nossa vida numa única meta?Será que é o que realmente queremos para uma vida toda?Penso que talvez devêssemos pensar sobre o que realmente queremos para nossa trajetória do que ir pela empolgação do querer, será que sabemos o que realmente queremos?
Liberdade (12/04/10)
Sentir-me livre
Talvez seja privilegiar-me por viver
Por ter gosto pela vida
Gosto por me amar.
Quero abraçar a liberdade em tal ponto
Do qual nem eu reconheça, eu seja tão eu
Que me esqueça de mim mesma
Define-se como a liberdade completa ou incompleta
Demais, a alma livre sempre no seu vício de mais e mais liberdade e luta por ela com unhas e dentes, sempre vivendo da forma, mas impensada possível procurando sempre algo a mais e si mesmo ou nos outros, procurando seu encaixe perfeito, mas esta alma não procura em um ser pensante só, ela é tão livre que pode se juntar com vários ao mesmo tempo é isso que a faz feliz, não deixe essa alma sentir-se presa jamais uma vez que ela sinta-se sufocada ela a some foge de uma forma que só ela vá se encontrar, porém ela é tão intrigante que sempre volta no final, ela gosta de sentir-se assim nessa liberdade aprisionada formulada por ela mesma. Então numa dessas idas e vindas ela encontra o coração que tanto ama tanto se emociona, mas este coração estava machucado não estava apto a aceitar um novo amor, o coração tinha medo, medo de amar e ser abandonado de novo, mas alma ajudou o coração mostrando sua liberdade seduzia o coração, pois este coração só precisava que abrissem as portas da liberdade e alma tinha em suas mãos, isso foi encantando o coração na alma, mas como alma é muito livre foi se cansando sentindo-se sufocada, e foi se afastando do coração, só o que a alma não sabia é que o coração já estava completamente rendido aos encantos. Dito isto a alma foi andar por aí a se encontrar de novo a desprender-se, mas uma vez, ainda há momentos em que a alma se junta ao coração de novo e os dois formam um só, mas isso é só quando a liberdade da alma quer prender-se de novo.
Borboletas azuis (13/04/10)
Era uma vez a borboleta azul que se chamava Cléo e Suzi, as duas tinham um sonho, Cléo queria encontrar um lugar onde pudesse viver tranquilamente, Suzi queria encontrar o amor.
Numa certa tarde as duas resolveram ir atrás de seus sonhos e procuraram e procuraram ate que certo dia encontrar o que queriam realizaram o seu sonho, porém mesmo assim ambas não se sentiam completas.
Reflexão: Será que as duas não estavam tão intrigadas em ir a busca desse tal sonho que não refletiram se queriam definir sua existência neste único sonho?Fica uma marcação ai, será que estamos pondo nossa vida numa única meta?Será que é o que realmente queremos para uma vida toda?Penso que talvez devêssemos pensar sobre o que realmente queremos para nossa trajetória do que ir pela empolgação do querer, será que sabemos o que realmente queremos?
Liberdade (12/04/10)
Sentir-me livre
Talvez seja privilegiar-me por viver
Por ter gosto pela vida
Gosto por me amar.
Quero abraçar a liberdade em tal ponto
Do qual nem eu reconheça, eu seja tão eu
Que me esqueça de mim mesma
terça-feira, 9 de março de 2010
Noite frias
A cada inverno,
De cada ano sempre a mesma dor
A mesma angustia.
Sempre o mesmo sentimento mortificante
Permite-me respirar, mas não sonhar.
Viver mas não ser feliz.
E por, mas que venha
O sol de verão ou primavera
Que me permite ver a luz.
Posso encontrar alegria é como se não houvesse, mas o frio
Das noites de invernos, porém no final
As noites de frio sempre voltam com tudo.
Como se nunca houvesse alegria ou felicidade
Apenas dor, e respiro dor, inspiro dor onde eu passe.
Com as noites de verão cheias de estrelas a iluminar
Esqueço-me das nuvens frias, que tanto me apavoram.
>__<
Esperança
Procuro no criador a esperança de um dia
Respirar e inspirar apenas alegria
Onde a dor e a sujeira não me encontrem mais.
Espero o dia que verei meu rei
Ao teu nome louvarei apenas
Apenas a ele viverei.
A cada inverno,
De cada ano sempre a mesma dor
A mesma angustia.
Sempre o mesmo sentimento mortificante
Permite-me respirar, mas não sonhar.
Viver mas não ser feliz.
E por, mas que venha
O sol de verão ou primavera
Que me permite ver a luz.
Posso encontrar alegria é como se não houvesse, mas o frio
Das noites de invernos, porém no final
As noites de frio sempre voltam com tudo.
Como se nunca houvesse alegria ou felicidade
Apenas dor, e respiro dor, inspiro dor onde eu passe.
Com as noites de verão cheias de estrelas a iluminar
Esqueço-me das nuvens frias, que tanto me apavoram.
>__<
Esperança
Procuro no criador a esperança de um dia
Respirar e inspirar apenas alegria
Onde a dor e a sujeira não me encontrem mais.
Espero o dia que verei meu rei
Ao teu nome louvarei apenas
Apenas a ele viverei.
quinta-feira, 4 de março de 2010
Mundo de vários rostos
Mundo vazio, mundo terno
Mundo sombrio apenas eterno.
Flores e borboletas,
Onde as poses num só caminhar.
Mundo de amor e doçuras
De tantas dores e ternuras,
Mundo animal
Ou mundo racional?
Dois complexos irracionais.
Mundo de grandes desalentos
E falta de pudor.
Tanta angustia e tanto desamor.
Hipocrisia e arrogância
Andam a solta.Enquanto vidas são tiradas,
E crianças a espera de amor e cuidado.
Arvores seca
Oh!Grandes folhas de caqui
Olho pro nada e vejo tudo
Vejo essas folhas secarem.
E é como se cada dia cada pensamento mortificante
Viesse e para secar minha alma meu ser.
A cada instante me vejo
As belas folhas de caqui.
A cada amanhecer vibrante
As folhas secam
E tudo permanece igual.
Transformações acontecem por dentro
Prazeres, dores tudo novo.
Novas alegrias novas folhas de caqui a secar
A cada outono, sempre a voltar.
Sempre secam, sempre ali a observar.
Mundo vazio, mundo terno
Mundo sombrio apenas eterno.
Flores e borboletas,
Onde as poses num só caminhar.
Mundo de amor e doçuras
De tantas dores e ternuras,
Mundo animal
Ou mundo racional?
Dois complexos irracionais.
Mundo de grandes desalentos
E falta de pudor.
Tanta angustia e tanto desamor.
Hipocrisia e arrogância
Andam a solta.Enquanto vidas são tiradas,
E crianças a espera de amor e cuidado.
Arvores seca
Oh!Grandes folhas de caqui
Olho pro nada e vejo tudo
Vejo essas folhas secarem.
E é como se cada dia cada pensamento mortificante
Viesse e para secar minha alma meu ser.
A cada instante me vejo
As belas folhas de caqui.
A cada amanhecer vibrante
As folhas secam
E tudo permanece igual.
Transformações acontecem por dentro
Prazeres, dores tudo novo.
Novas alegrias novas folhas de caqui a secar
A cada outono, sempre a voltar.
Sempre secam, sempre ali a observar.
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Meus oito anos
(Casimiro de Abreu)
Oh!que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que anos não trazem mais!Que amor,que sonhos,que flores
Naquelas tardes fagueiras á senhora das bananeiras,Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias do despontar da existência!
—Respira a alma a inocência como perfumes a flor;
O mar é
—um sonho dourado,
A vida—um hino d’amor!
Que auroras,que sol,que vida,que noites de melodia
Naquela doce alegria,Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheias
As ondas beijando a areia e a lua beijando o mar!
Oh!dias da minha infância!Oh!meu céu de primavera!
Que doce a vida não era,
Nessa risonha manhã!
Em vez das magoas de agora
Eu tinha nessas delicias
De minha mãe as carícias e beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
—Pés descalços,braços nus
Correndo pelas campinas á roda das cachoeiras,atrás das
asas ligeiras,das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos a colher as pitangas,
trepava a tirar as mangas,
Brincava á a beira do mar;
Rezava as ave-marias
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo e despertava a cantar!
(Casimiro de Abreu)
Oh!que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que anos não trazem mais!Que amor,que sonhos,que flores
Naquelas tardes fagueiras á senhora das bananeiras,Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias do despontar da existência!
—Respira a alma a inocência como perfumes a flor;
O mar é
—um sonho dourado,
A vida—um hino d’amor!
Que auroras,que sol,que vida,que noites de melodia
Naquela doce alegria,Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheias
As ondas beijando a areia e a lua beijando o mar!
Oh!dias da minha infância!Oh!meu céu de primavera!
Que doce a vida não era,
Nessa risonha manhã!
Em vez das magoas de agora
Eu tinha nessas delicias
De minha mãe as carícias e beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
—Pés descalços,braços nus
Correndo pelas campinas á roda das cachoeiras,atrás das
asas ligeiras,das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos a colher as pitangas,
trepava a tirar as mangas,
Brincava á a beira do mar;
Rezava as ave-marias
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo e despertava a cantar!
Meus oito anos
(Casimiro de Abreu)
Oh!que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que anos não trazem mais!Que amor,que sonhos,que flores
Naquelas tardes fagueiras á senhora das bananeiras,Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias do despontar da existência!
—Respira a alma a inocência como perfumes a flor;
O mar é
—um sonho dourado,
A vida—um hino d’amor!
Que auroras,que sol,que vida,que noites de melodia
Naquela doce alegria,Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheias
As ondas beijando a areia e a lua beijando o mar!
Oh!dias da minha infância!Oh!meu céu de primavera!
Que doce a vida não era,
Nessa risonha manhã!
Em vez das magoas de agora
Eu tinha nessas delicias
De minha mãe as carícias e beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
—Pés descalços,braços nus
Correndo pelas campinas á roda das cachoeiras,atrás das
asas ligeiras,das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos a colher as pitangas,
trepava a tirar as mangas,
Brincava á a beira do mar;
Rezava as ave-marias
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo e despertava a cantar!
(Casimiro de Abreu)
Oh!que saudades que tenho
Da aurora da minha vida,
Da minha infância querida
Que anos não trazem mais!Que amor,que sonhos,que flores
Naquelas tardes fagueiras á senhora das bananeiras,Debaixo dos laranjais!
Como são belos os dias do despontar da existência!
—Respira a alma a inocência como perfumes a flor;
O mar é
—um sonho dourado,
A vida—um hino d’amor!
Que auroras,que sol,que vida,que noites de melodia
Naquela doce alegria,Naquele ingênuo folgar!
O céu bordado d’estrelas,
A terra de aromas cheias
As ondas beijando a areia e a lua beijando o mar!
Oh!dias da minha infância!Oh!meu céu de primavera!
Que doce a vida não era,
Nessa risonha manhã!
Em vez das magoas de agora
Eu tinha nessas delicias
De minha mãe as carícias e beijos de minha irmã!
Livre filho das montanhas,
Eu ia bem satisfeito,
Da camisa aberto o peito,
—Pés descalços,braços nus
Correndo pelas campinas á roda das cachoeiras,atrás das
asas ligeiras,das borboletas azuis!
Naqueles tempos ditosos a colher as pitangas,
trepava a tirar as mangas,
Brincava á a beira do mar;
Rezava as ave-marias
Achava o céu sempre lindo,
Adormecia sorrindo e despertava a cantar!
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