domingo, 15 de julho de 2012

Hoje dei uma festa,mas pareceu bem mais um enterro pelo menos para mim quando sair deste labirinto do qual me enfiei,quando esta depre passar tudo se resolverá,sei que tenho de estar bem e contente logo!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

Desprezo

Desprezar tudo aquilo que o animou e o fez sorrir um dia Fazer com que aquilo que ti destruiu torne-se nada dentro de si. Desprezar talvez seja,você mostrar para outrem que você é mais forte que este sentimento e provar pra sua dor que ela é suportável ao ponto de você fazer com que o objeto de seu sofrimento seja tratado com indiferença. Este é um dos sentimentos que mais dilaceram um ser que mais corroem quem oesta praticando e quem o sofre,desprezar é fingir que nunca existiu aquele companheirismo,aquela compreensão existente entre dois seres,se afastar daquilo que o trazia conforto,o único motivo que o fazia sorrir,apenas por saber que aquela pessoa se lembrara de você,o desprezo magoa e ensina. Ensina a tornar-se mais maduro suportando a própria dor,e mostrando para o ser humano também que ainda valem muitas outras novidades na vida e outras importâncias do que a pessoa que despreza. Nunca soube lidar bem com este sentimento como não sei lidar com vários outros,porém sempre o admirei sempre admirei quem conseguisse tal ousadia de o pratica-lo sem esforços,um dia tornar-me hei assim também.Ele faz parte de nosso ser,é natural desprezarmos o que mais não nos esta a acrescentar nada.

A guria do casaco vermelho

Ela estava caminhando naquela tarde fria,pensativa como sempre na companhia de suas ilusões e hipóteses,pessoas passeavam ao seu lado sorrindo,ela nunca soubera por que as pessoas andavam tanto grudadas dando risadas de coisas banais sempre assim sempre tendo algum objeto ou alguém como motivo de chacota,isso diverte as pessoas as fazem sentir-se melhor nunca entendi o porquê,e ela sempre perdida em seu mundinho com suas musicas na cabeça e pequenos anseios que sempre a acompanhavam. A menina esperava encontrar-se em meio aquela confusão sempre presente em sua mente,um turbilhão de sentir e pensar que a afogavam dentro de si mesma,ela queria ser tirada dali ser resgatada de todo aquele amontoado que ela havia se metido a anos e não conseguia largar,não conseguia deixar essa forma de viver de lado,mas querer ela queria e muito ela se decidira a mudar e dessa vez é pra valer a menina queria encontrar o que tanto procurava o que tanto a movia na vida e ela tinha certeza que não havia nascido pra fazer o que permanecia fazendo ,ela sabia que acharia seu caminho que em um momento ela veria uma beleza tão plena e acharia tantas dádivas no mundo. Que só o que restaria para ela seria sorrisos a esbanjar e bem a oferecer ao mundo,e ela sempre estaria ali pra ajudar o mundo onde ela vivia,primeiramente seu mundinho interior do qual ela tratara por muitos anos com muito desdém talvez por isso toda essa precariedade em sentir,e tanta dor a esbanjar mas ela sabia que sua vida não se resumiria a isso ela sabia que não tinha de nascer apenas para isto. A menina sempre soubera que não era comum como todas as outras meninas de sua idade,ela sabia que se procurasse toda essa naturalidade que as outras meninas tinham ela perderia seu brilho,sua essência de viver,a menina gostava de refletir sobre questões filosóficas,ela rejeitava qualquer pensamento inadequado e conservador,ela sempre tivera curiosidade pelo novo,pelo incerto,pelo louco pelo mais banal, ela sempre queria inovar e trazer algo mais ao mundo algo que ninguém tivera visto ainda. A menina também gostaria de lidar com os finais ela estava aprendendo a lidar com isso,ela nunca souber dar fins,ela nunca gostou de partidas,ela sempre odiara despedidas,mas ela sempre soube que era necessário ela sempre soube que tudo um dia acaba,como este texto que já esta na reta final,como o ano que vai passar,como seu cabelo que irá crescer,como as viagens que irá fazer e terão seu fim.Ela começa a aprender a lidar sozinha com o seu EU e a descobrir que só ela pode se tirar dessa prisão toda de seu mundinho,e só ela saberá se libertar de tudo que a faz mal.

domingo, 1 de julho de 2012

O som hipnotizador

Me recordei de um livro que a professora do ensino fundamental sempre lia para nós.Falava de um menino que tocava uma flauta a noite que fazia as pessoas que ainda dormindo saíssem de suas casas com pouquíssimas roupas o perseguissem em busca de seu lindo som.Então esta historia me fez lembrar de minha própria historia,porque foi assim que me joguei neste sentimento vivi de olhos vendados eu segui o som que tornara-se belo aos meus ouvidos,sem estar pensando racionalmente.As pessoas perseguiam este menino a noite apenas pela sua bela melodia,com roupas de dormir,sem saber que estavam cometendo tais atos porque ainda encontravam-se dormindo.As 4:00 da manhã o menino da flauta desaparece as pessoas acordam numa rua deserta,sem saber aonde estão como chegaram naquele local,o que a fizeram chegar ali, ficaram sozinhas perdidas,sem saber como voltar para suas casas,então naquela noite estas pessoas tornaram-se livres por completo,e vestidas de toda armadura toda frivolidade não mais se deixaram levar por um som bonito.E o menino da flauta jamais aparecera de novo depois deste dia e como nesta historia assim foi comigo que me despi de pudores,de medos do que pudesse vir do que fosse realmente correto aos meus olhos e quando este som sumiu,eu acordei,e já não me deixara levar mais,eu me tornara mais fria, deixei pra trás aquele sorriso que apenas o som que flautista me trouxera. P.s: Sim misturei um pouco de minha historia com a do menino,pois não quero que fique explicito o que quis ressaltar sobre mim no texto,mas quis citar esta bela historia do flautista para exemplificar a minha.